Alguns problemas
para dormir surgem como respostas à agressão
exercida sobre o nosso ritmo biológico normal.
Corujas noturnas:
Indivíduos que têm maior energia ao entardecer,
quando a grande maioria está cansada. Essas pessoas
têm um ritmo de temperatura corporal diferente da normal,
frio e lento pela manhã e com mais calor e energia
pela noite. Para mudar o ritmo, necessita-se da reeducação
de seus hábitos, através de terapia conduzida
por especialistas.
Cotovias:
Indivíduos com uma síndrome oposta à
anterior. Eles sempre acordam muito cedo, não importando
a hora em que foram dormir. Com o passar dos anos, muitas
pessoas dormem cada vez mais cedo e levantam-se antes do amanhecer.
Para recompor o relógio biológico, necessita-se
o mesmo esforço que no caso anterior.
Problemas com fuso horário:
Os aviões atuais cruzam oceanos e continentes em somente
algumas horas, mas nosso organismo não está
preparado para uma mudança assim tão brusca.
Geralmente, diante de mudanças bruscas, o organismo
necessita de um dia para recompor ou reajustar seu relógio
biológico. Quanto mais avançada a idade, mais
marcante será a desordem e mais lenta será a
recuperação. Deve-se viajar de dia para descansar
à noite e reiniciar a atividade no dia seguinte.
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Trabalhos e turnos rotativos:
As pessoas que devem mudar seu trabalho de horário
diurno para noturno têm média de 5 a 6 horas
de sono e manifestam maior fadiga, problemas psicológicos,
digestivos e até no casamento. Não importando
os tipos de tarefas que desempenham, apresentam o dobro
de distúrbios descansando, do que aquelas pessoas
que trabalham sempre de dia. Por isto, os regimes de trabalho
nestas condições são específicos
e assegurados |
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